O que Seberi compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Seberi compraram US$ 3,68 milhões de outros países. É 39% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 6,04 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 286 cidades de Rio Grande do Sul que importaram, Seberi ficou em 101º lugar. No Brasil, em 935º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Milho23.000 toneladasUS$ 3,66 milhões99%
- 2Óxidos e hidróxidos de ferro; terras corantes contendo, em peso…25 toneladasUS$ 19,8 mil0,5%
Todos os países (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 59,8 mil
- 2022US$ 45,6 mil
- 2023US$ 20,7 mil
- 2024US$ 1,56 milhão
- 2025US$ 7,2 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 980 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Seberi
Quanto Seberi importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Seberi (RS) compraram US$ 3,68 milhões de outros países: 2 produtos, de 2 países.
O que Seberi mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Milho (99%), Óxidos e hidróxidos de ferro; terras corantes contendo, em peso… (0,5%).
De quais países Seberi mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Paraguai (99%), China (0,5%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.